sexta-feira, 11 de junho de 2010

Sistema Circulatório da tartaruga marinha

A tartaruga marinha possui circulação dupla e incompleta, em que o coração apenas possui três cavidades: duas aurículas e um ventrículo. A circulação é dupla, havendo 2 circulações. Na aurícula direita entra sangue venoso vindo dos diferentes órgãos e na aurícula esquerda entra sangue arterial vindo dos pulmões e da pele. Por contracção das aurículas o sangue passa para o ventrículo. Como só há 1 ventrículo existe alguma mistura de sangues.

Curiosidades:
O crocodilo é o único réptil com um septro completo;


Hiperligação relacionada:
http://www.youtube.com/watch?v=sYAyU0ZM5tA

Bibliografia:
www.net/ciencterravids
http://www.biohelp.blogd.sapo.pt/
http://www.mundoeducacao.com.br/
http://www.grupocontatope.com/
http://www.blogger.com/www.latemia.comhttp://www.blogger.com/www.portalsaofrancisco.com.br

Trabalho elaborado por:
Daniela Gonçalves
Filipa Domingos
Gonçalo Delgado

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Sistema Circulatório do Morcego

No sistema circulatório dos morcegos encontra-se uma circulação dupla completa, pois o sangue passa duas vezes no coração e por isso percorre dois circuitos diferentes, a circulação pulmonar e a circulação sistémica.
A circulação pulmonar é quando o sangue venoso sai do coração pelo ventrículo direito, seguindo para os pulmões pela artéria pulmonar, onde existe uma troca gasosa. O dióxido de carbono que está no sangue venoso passa para os alvéolos pulmonares e o oxigénio que está nos alvéolos pulmonares passa para o sangue arterial e este regressa ao coração pela veia pulmonar. É nesta troca gasosa que o sangue venoso passa a arterial.
A circulação sistémica acontece quando o sangue arterial sai do coração pelo ventrículo esquerdo, sendo transportada pela artéria aorta dirigindo-se para todos os órgãos. Nos órgãos, o sangue arterial passa a sangue venoso porque o oxigénio que estava no sangue passou para os órgãos e o dióxido de carbono presente nos órgãos passou para o sangue para ser renovado nos pulmões. Depois destas trocas gasosas o sangue venoso regressa ao coração.
O coração é um órgão cuja função é impulsionar o sangue para todo o corpo.
É constituído basicamente por um tecido muscular, o miocárdio, e pelo pericárdio, que é uma membrana que envolve o coração.
O coração apresenta quatro cavidades, duas aurículas e dois ventrículos. Os dois ventrículos encontram-se separados pelo Septo inter - ventricular. Do lado esquerdo do coração circula sangue arterial e do lado direito circula sangue venoso. O sangue entra pelas aurículas e sai pelos ventrículos, entre as aurículas e os ventrículos encontram-se válvulas, que impedem que o sangue regresse às aurículas, a do lado direito é válvula tricúspide e a do lado esquerdo é a válvula bicúspide. Entre os ventrículos e as artérias existem também válvulas que recebem o nome de válvulas semi-lunares ou sigmóides, e que têm como função impedir que o sangue volte ao coração.
O coração possui um ritmo cíclico, que possui três fases, ao qual dá-se o nome de ciclo cardíaco. Durante a primeira fase, a diástole geral, o coração encontra-se relaxado e o sangue entra para as aurículas, e algum passa também para os ventrículos. De seguida dá-se a sístole auricular, onde se dá a contracção das aurículas e estas enviam o sangue para os ventrículos. E por último, dá-se a sístole ventricular, onde os ventrículos contraem e enviam o sangue para as artérias.

Sistema linfático
O sistema linfático trata-se de uma rede de vasos no interior dos quais corre a linfa. Os vasos linfáticos mais pequenos são parecidos com os capilares sanguíneos. Tem início nos tecidos, onde recolhem parte do líquido que banha as células, o liquido intersticial. Os capilares linfáticos mais pequenos desembocam em vasos cada vez maiores e o colector final, o canal linfático, termina na veia cava inferior, onde a linfa se derrama no sangue. Ao longo do percurso dos vasos linfáticos, também chamados de gânglios linfáticos. Trata-se de centros de produção de linfócitos novos, que destroem substâncias estranhas e micróbios.
A linfa é um líquido leitoso que tem origem em fluidos aquosos recolhidos nos espaços intercelulares e em fluidos aquosos que vêm dos pequenos vasos sanguíneos. Estes líquidos drenam lentamente para um amplo sistema de tubos semelhantes a veias, com válvulas de um único sentido. A linfa tem várias funções. Recolhe os desperdícios da actividade celular, distribui os nutrientes, especialmente gordos e também transporta os glóbulos brancos por todo o corpo no combate às infecções.
Nódulos linfáticos
Os vasos linfáticos estendem-se em intervalos para formarem nódulos linfáticos, de tamanho variável. Os nódulos linfáticos limpam e filtram a linfa e armazenam os microrganismos agressores combatidos pelos glóbulos brancos. Os nódulos encontram-se concentrados em várias regiões do corpo. Estes nódulos são também chamados de «glândulas» e aumentam de volume tornando-se duros durante as doenças, pois retêm milhões de glóbulos brancos e microrganismos mortos.


Bibliografia

Silva, A. D.; e outros; Terra, Universo de Vida, 2ª parte Biologia (Ano I); Porto Editora; Porto; pp. 104-118;
Campo, C.; e outros; Viver Melhor na Terra, 9CN; Texto Editores; Lisboa; pp. 130-148;


Trabalho elaborado por:
André Marques;
Andreia Carreira;
Daniela Ribeiro;

Sistema digestivo do Morcego


O sistema digestivo dos morcegos é constituído por um tubo digestivo e glândulas anexas. O tubo digestivo é completo. O seu tubo digestivo é completo. Este animal realiza uma digestão extra celular.
É na boca onde começa a digestão dos alimentos que são ingeridos pelos morcegos. É neste local que os alimentos são cortados e triturados pelos dentes. Chama-se a este processo mastigação. Também é aqui que alguns nutrientes sofrem a acção da saliva que é produzida pelas glândulas salivares. A saliva é um suco digestivo que tem como função ajudar os alimentos a atravessar o organismo do morcego e ainda contém uma enzima, chamada amilase, que inicia a digestão do amido.
Em seguida, desce para a faringe. Esta tem a função da ingestão dos alimentos já mastigados. Depois de passar pela faringe, estes descem até ao esófago para chegarem ao estômago. O esófago serve como um tubo de passagem dos alimentos.
O estômago é um órgão do tubo digestivo, e que fica situado entre o esófago e o e a parte inicial do intestino delgado, o duodeno. No estômago, os alimentos continuam a ser digeridos com a acção de enzimas digestivas e depois passam para o intestino onde são acabados de digerir e absorvidos. As glândulas gástricas produzem o suco gástrico que algumas enzimas que iram digerir o alimento.
Sucos digestivos:
O suco intestinal é produzido por milhares de glândulas da parede intestinal. As principais
enzimas são a enteroquinase (transforma tripsinogênio em tripsina), as peptidases (digerem oligopeptídios, transformando-os em aminoácidos) e as carboidrases (digerem carbonatos do grupo dos dissacarídeos, como a maltose e a sacarose). O suco pancreático é uma solução aquosa e alcalina com um grande número de enzimas digestivas.
Para além das glândulas salivares que são glândulas anexas do tubo digestivo, existem também o fígado e o pâncreas. O fígado é uma glândula anexa que armazena nutrientes e produz a bílis. O fígado é um órgão que realiza centenas de reacções químicas e armazena substâncias químicas vitais, como as vitaminas e o glicogénio. Este órgão produz bílis, um liquido que dispensa, as gorduras. A bílis é armazenada na vesícula biliar e lançada no intestino delgado, através do canal biliar, quando necessária. O pâncreas é uma glândula anexa que produz hormonas e enzimas digestivas. O pâncreas está ligado ao duodeno e segrega o suco pancreático que contém enzimas digestivas. Este suco é alcalino e neutraliza o ácido produzido pelo estômago. O pâncreas produz também a insulina e o glucagon, hormonas que controlam o nível de açúcar no sangue.
O processo de digestão termina quando os nutrientes são absorvidos pelo sangue e os resíduos
são expulsos do organismo do animal através do ânus.
Importante: As gorduras (lípidos) passam pela boca e pelo estômago sem serem digeridos e ao chegar no intestino sofrem a acção da bílis (não é enzima) produzida pelo fígado cuja função é emulsionar essas gorduras (transformando em gotículas) para que possam sofrer a acção da lipase.
Curiosidades:
A adaptação dos morcegos vampiros envolve os seus sistemas digestivos e urinários. O estômago de um vampiro é extremamente alongado, com uma superfície de absorção muito maior em relação à de outros tipos de morcegos. Isso leva a uma rápida absorção da porção líquida do sangue, o plasma, logo passado para os rins e depois para a bexiga urinária. Assim, cerca de dois minutos após iniciar a ‘refeição’, o morcego vampiro começa a urinar, evitando uma possível sobrecarga de seu sistema urinário. Em seu sistema digestivo permanece a parte nutritiva: as células sanguíneas. A digestão acontece com a ajuda de enterobactérias capazes de decompor as diferentes partes do sangue.
No Brasil, o nome vampiro aplica-se popularmente aos morcegos de grande porte, da família dos filostomídeos, ou mais especificamente aos morcegos hematófagos autênticos, da família dos desmodontídeos, que se diferenciam dos primeiros pelas modificações dentárias e pelo aparelho digestivo adaptado exclusivamente ao sangue como alimento.

Bibliografia:
Http://www.animalshow.hpg.ig.com.br/mamif.htm;
Http://www.colegioweb.com.br;
Http://www.emdiv.com.br/pt/;
Http://www.escorpiao.vet.br/;
Http://www.portalbrasil.net/;
Http://curlygirl.no.sapo.pt/digestao.htm;
Nota:
A informação acima descrita é sobre o sistema digestivo dos mamíferos em geral, pois a informação encontrada sobre os morcegos não é muito fiável e não encontrámos muita informação sobre este assunto.


Trabalho elaborado por:
André Marques;
Andreia Carreira;
Daniela Ribeiro;